Geografia, perguntado por Apilinelson, 1 ano atrás

(UFPE-adaptada)
Poucos eventos naturais provocam tanta destruição maciça quanto os terremotos. Atacando geralmente sem avisar, geram vibrações violentas, que sacodem e podem rachar o solo, com resultados devastadores. Tremores grandes e pequenos vêm sacudindo o planeta há bilhões de anos, porém suas causas permaneciam misteriosas até a década de 60.

Acerca do tema referido no texto, podemos afirmar que:

A
o epicentro de um terremoto é o ponto no interior da crosta terrestre imediatamente acima do foco sísmico.

B
nas áreas de subdução de uma placa litosférica, os abalos sísmicos são mais fracos do que no interior das placas continentais.

C
nas áreas de colisão de placas litosféricas produzem-se grandes terremotos, como, por exemplo, na faixa de contato da Placa Indiana com a do Pacífico.

D
os principais abalos sísmicos verificados no território brasileiro são intensos e frequentes, pois ocorrem em face da colisão da placa sul-americana com a de Nasca.

E
quando a tensão produzida pelos movimentos das placas litosféricas ultrapassa determinado nível, a energia acumulada é subitamente liberada, produzindo-se, assim, um terremoto.

Anexos:

Soluções para a tarefa

Respondido por Matheusieti
4

A alternativa A está correta.

É a partir do hipocentro em um abalo sísmico que notamos que o terremoto é o local no interior da Terra onde se inicia a ruptura do material rochoso.

Assim, ocorre a libertação de energia sob a forma de ondas sísmicas.

O Brasil presenciou dois abalos sísmicos ao longo da história, sendo: 

Em 2007 em um vilarejo no norte de Minas Gerais,gerando assim a primeira vitima fatal decorrente de terremotos na história do Brasil, porém, como não foi de grande expansão e destruição acabou sendo esquecido pela mídia e consequentemente pela maioria das pessoas, mas não pela família envolvida na tragédia.

O segundo terremoto, corresponde a três ocorrências em 2008 no norte do Ceará, registrando 3,9 graus na escala Richter. Os moradores dos municípios atingidos ficaram apavorados e passaram a noite acordados na rua, porém, assim como o primeiro caso, acabou não sendo tão divulgado pela mídia. 

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