ME AJUDEM !!!!
As mulheres não apenas têm que estar presentes como profissionais nesses sistemas midiáticos para fazer a
diferença, como a gente também tem que entender como é que eles reforçam as representações de
gênero e como isso entra na vida das pessoas"
destaca Claudia.
Realizado a cada cinco anos, o levantamento do GMMP identifica e analisa todas as notícias veiculadas em
uma determinada data, com base em uma metodologia composta de diversas perquntas sobre
características gerais e específicas da matéria (veículo de publicação, tema, abrangência local, nacional ou
internacional, além de questões sobre a presença e a forma como as mulheres são retratadas). Também é
perguntado o gênero dos repórteres e de outros profissionais envolvidos na produção e veiculação da
notícia. Com a pandemia, houve ainda a inclusão de questões sobre a covid-19.Apesar de conhecer o GMMP há alguns anos - Claudia usa os dados da plataforma na disciplina Gênero,
Mídia e Educação -, esta é a primeira vez que ela e o AlterGen participam da pesquisa. O Brasil contou com
equipes em todas as regiões do país, somando 88 monitores/pesquisadores. O AlterGen participou com
o acréscimo de outros pesquisadores convidados por Claudia, como a professora Daniela Osvald
Ramos, também da ECA, e estudantes da pós-graduação e de projetos de extensão, totalizando 19 pessoas.
O time se dedicou à análise de matérias veiculadas no dia 29 de setembro de 2020 pela Folha de S. Paulo on-
line e pela Rádio Jovem Pan, mais especificamente no Jornal da Manhã, principal programa noticioso da
emissora. Das 370 notícias inicialmente identificadas, foi preciso fazer um recorte de 15 matérias, para que a
quantidade de dados fosse compatível com os demais levantamentos no Brasil e em outros países.
Fonte: USP e TEDxSäoPaulo promovem palestra sobre empoderamento feminino. Jornal USP, 2019.
Disponível em: https://jornal.usp.br/universidade/grupo-da-usp-analisa-dados-sobre-a-presenca-e-
representacao-feminina-na-midia/.Acessoem:12out.2021
2. Ao analisarmos o texto, podemos perceber o projeto que, provavelmente, foi criado. Responda:
a. De quem é a autoria do texto?
b. De quem são as outras vozes inseridas no texto além da voz da jornalista? Como elas contribuer para a construção do texto?
C- Que marcas linguísticas foram utilizadas para a inserção das vozes na reportagem?
d
Que recursos usou para prender a atenção do leitor?
e.
Qual é o objetivo do texto?
F. Na sua opinião, a temática apresentada na reportagem é relevante? Justifique sua resposta.
Soluções para a tarefa
Resposta:
a. Amanda Ferreira
b. Dos pesquisadores, contribuem com informações
c. Aspas
d. Os dados colocados no texto
e. Fala sobre a desigualdade de gênero
f. Sim, porque essa desigualdade é muito realista
Explicação:
colocando aqui pra ajudar quem ainda não pegou. vlww julia me salvou ❤
a. A autora do texto é Amanda Ferreira.
b. Dos pesquisadores, que contribuíram com suas informações e tornaram o texto mais rico de detalhes e comprovações.
c. Aspas, para que saibam que essa não é uma fala direta de Amanda.
d. Os dados colocados no texto e o fato da desigualdade de gênero estar cada vez mais alta.
e. Falar sobre a desigualdade de gênero, ele nós mostra como isso pode acabar prejudicando muitas pessoas.
A desigualdade de gênero no Brasil.
Muitas pessoas são marginalizadas e excluídas apenas por conta dessa desigualdade, o preconceito enraizado causa muito dessas coisas.
f. Sim, porque essa desigualdade é muito realista e presente na nossa sociedade.
leia mais sobre desigualdade de gênero em: https://brainly.com.br/tarefa/13388424