Haiti(localização, população, economia,etc)
Soluções para a tarefa
Capital Porto Príncipe
18° 32' N 72° 20' O
Cidade mais populosa Porto Príncipe
Língua oficial Francês e Crioulo haitiano
Governo República semipresidencialista
- Presidente Jovenel Moise
- Primeiro-ministro Jack Guy Lafontant
Independência da França
- Declarada 1 de janeiro de 1804
- Reconhecida 1825
Área
- Total 27 750 km² (143.º)
- Água (%) 0,7
Fronteira República Dominicana
População
- Estimativa para 2014 9 996 731 [2] hab. (88.º)
- Densidade 292 hab./km² (28.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2014
- Total US$ 18,535 bilhões*[3]
- Per capita US$ 1 771[3]
PIB (nominal) Estimativa de 2014
- Total US$ 8,919 bilhões*[3]
- Per capita US$ 852[3]
IDH (2015) 0,493 (163.º) – baixo[4]
Gini (2001) 59,2[5]
Moeda Gourde (HTG)
Fuso horário UTC −5
- Verão (DST) UTC −4[6]
Hora atual: 11:18
Clima Tropical
Org. internacionais ONU, OMC, OEA, União Latina, CARICOM, AEC, OIF
Cód. ISO HTI
Cód. Internet .ht
Cód. telef. +509
Website governamental http://primature.gouv
A posição histórica e etno-linguística do Haiti é única por várias razões. Quando conquistou a independência em 1804, se tornou a primeira nação independente da América Latina e do Caribe, sendo o único país do mundo estabelecido como resultado de uma revolta de escravos bem-sucedida e a segunda república da América. A Revolução Haitiana, feita por escravos e negros libertos, durou quase uma década; todos os primeiros líderes do governo foram antigos escravos. O país é uma das duas nações independentes do continente americano (junto com o Canadá) que designa o francês como língua oficial; as outras áreas de língua francesa no continente são todos departamentos ou coletividades ultramarinas da França.
O Haiti é o mais populoso membro pleno da Comunidade do Caribe (CARICOM). O país também é um membro da União Latina. Em 2012, o Haiti anunciou sua intenção de obter o estatuto de membro associado da União Africana. É o país mais pobre da América, medido pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A violência política tem ocorrido regularmente ao longo da história do país, o que levou a instabilidade no governo. Mais recentemente, em fevereiro de 2004, um golpe de Estado originário do norte do país forçou a renúncia e o exílio do presidente Jean-Bertrand Aristide. Um governo provisório assumiu o controle com a segurança proporcionada pela Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti.
período de 1994-2000, apesar de avanços como a eleição democrática de dois presidentes, o Haiti viveu mergulhado em crises. Devido à instabilidade, não puderam ser implementadas reformas políticas profundas. A eleição parlamentar e presidencial de 2000 foi marcada pela suspeita de manipulação por Aristide e seu partido. O diálogo entre oposição e governo ficou prejudicado. Em 2003, a oposição passou a clamar pela renúncia de Aristide. A Comunidade do Caribe, Canadá, União Europeia, França, Organização dos Estados Americanos e Estados Unidos, apresentaram-se como mediadores. Entretanto, a oposição refutou as propostas de mediação, aprofundando a crise.
segunda metade do século XIX ao começo do século XX, 20 governantes sucederam-se no poder. Desses, 16 foram depostos ou assassinados. Tropas dos Estados Unidos ocuparam o Haiti entre 1915 e 1934 sob o pretexto de proteger os interesses norte-america
Em fevereiro de 2004, ex-integrantes do exército haitiano (tontons macoutes) deram início a um levante militar em Gonaives, espalhando-se por outras cidades nos dias subsequentes. Gradualmente, os revoltosos assumiram o controle do norte do Haiti. Apesar dos esforços diplomáticos, a oposição armada ameaçou marchar sobre Porto Príncipe, onde se preparava uma resistência pró-Aristide.[carece de fontes?]
Aristide foi retirado do país por militares norte-americanos em 29 de fevereiro, contra sua vontade, e conseguiu asilo na África do Sul. De acordo com as regras de sucessão constitucional, o presidente do Supremo Tribunal (Cour suprême), Bonifácio Alexandre, assumiu a presidência interinamente e requisitou, de imediato, assistência das Nações Unidas para apoiar uma transição política pacífica e constitucional e manter a segurança interna. Nesse sentido, o Conselho de Segurança (CS) aprovou o envio da Força Multinacional Interina (MIF), liderada pelo Brasil, que prontamente iniciou seu desdobramento.[carece de fontes?]
Considerando que a situação no Haiti ainda constitui ameaça para a paz internacional e a segurança na região, o Conselho de Segurança (CS) decidiu estabelecer a Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH), que assumiu a autoridade exercida pela MIF em 1º de junho de 2004. Para o comando do componente militar da MINUSTAH (Force Commander) foi designado o General Augusto Heleno Ribeiro Pereira, do Exército Brasileiro, posteriormente sucedido pelo General Urano Teixeira da Mata Bacelar que morreu no Haiti em Janeiro de 2006. O efetivo autorizado para o contingente militar é de 6700 homens, oriundos dos seguintes países contribuintes: Argentina, Benim, Bolívia, Brasil, Canadá, Chade, Chile, Croácia, França, Jordânia, Nepal, Paraguai, Peru, Portugal, Turquia e Uruguai.