Freqüentemente, o fato de existir nessa sociedade uma fração da classe dominante ligada a vários tipos de atividade - produção de café, estradas-de-ferro, comércio exportador e importador, atividade bancária - levou alguns autores a pensar que tal classe era, justamente em função de suas atividades em vários setores da economia cafeeira, a única existente, uma classe monolítica, não fracionada, homogênea e, conseqüentemente, livre de conflitos internos. Essa imagem unificadora da classe dominante da economia cafeeira paulista é notada claramente em expressões como "burguesia cafeeira" ou "oligarquia paulista", abundantemente encontradas na literatura sobre o período e que, como se vê, têm um sentido generalizador que não identifica frações no seu interior. A identificação dos governos da primeira república com os interesses da economia cafeeira pode ser expressa pelo (a): Alternativas: a) Financiamento para o plantio de novas lavouras, no Encilhamento difícil. b) Estatização das exportações para assegurar os preços, durante a Primeira Grande Guerra. c) Adoção rotineira de uma política de valorização, reduzindo a oferta do produto. d) Controle da mão-de-obra camponesa com legislação repressiva. e) Isenção de tributos às famílias mais abastadas.
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Letra: A Financiamento para o plantio de novas lavouras, no Encilhamento difícil.
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Letra A
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Financiamento para o plantio de novas lavouras, no Encilhamento difícil.
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