como a temperança, também a justiça é uma virtude comum a toda a cidade. quando cada uma das classes exerce a sua função própria, ‘aquela para a qual a sua natureza é a mais adequada’, a cidade é justa. esta distribuição de tarefas e atribuições resulta do fato de que cada um de nós não nasceu igual ao outro e, assim, cada um contribui com a sua parte para a satisfação das necessidades da vida individual e coletiva. justiça é, portanto, no indivíduo, a harmonia das partes da alma sob o domínio superior da razão; no estado, é a harmonia e a concórdia das classes da cidade. pires, c. convivência política e noção tradicional de justiça. in: brito, a. n. de; heck, j. n. (org.). ética e política. goiânia: editora da ufg, 1997 (adaptado). de acordo com o texto, o conceito de justiça é fundamental na teoria ético-política aristotélica. neste contexto, uma cidade justa é constituída
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A resposta para essa questão é a Letra B.
De fato, a concepção platônica da cidade ideal coloca aos cidadãos na posição de atuantes na coesão do todo público. O valor indispensável da Justiça guia as ações dos cidadãos. “A República Platônica foi elaborada com uma divisão social estruturada em três estamentos: o dos trabalhadores manuais, responsáveis pela produção artesanal e agrícola da cidade; o dos guerreiros, responsáveis pela ordem interna e pela proteção da cidade contra invasores; e dos sábios, governantes que formariam o conselho do qual deveria sair o rei – o rei-filósofo.”
(GHIRALDELLI JR., Paulo. “Filosofia da Educação”. Editora Ática PLATÃO. “A República”. Editora Escala. 2ª Ed. 2007)
Créditos: Portal Eleva
Bons estudos!
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