A respeito do interesse do aluno e seu papel na educação, o filósofo da educação Herbart, entendia que:
a.
Era ele (o interesse) o responsável pela efetiva educação. Se o aluno não tivesse interesse no que fosse exposto, ele não aprenderia. Herbart, portanto, era contrário à educação como mera informação.
b.
Era ele (o interesse) que barrava as possibilidades dos educadores. Porque o professor se tornava refém dos interesses dos alunos, não conseguia transmitir informações.
c.
Dependia da capacidade da família do aluno de estimulá-lo. Ao professor cabia achar o interesse nascido em casa, mas não criá-lo.
d.
Funcionava como uma forma de distrair o aluno que, só quando interessado aprendia e, portanto, nem sempre adquiria um bom nível de conhecimento.
e.
Não participava do processo educativo do aluno, na medida em que o professor não deveria se ater ao que interessa ou não, mas ao que está ou não no currículo.
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Era ele (o interesse) o responsável pela efetiva educação. Se o aluno
não tivesse interesse no que fosse exposto, ele não aprenderia. Herbart,
portanto, era contrário à educação como mera informação.
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