7ª QUESTÃO
Tada (2015, p. 55 e 56) na unidade III escreve sobre o tema: Teologia e Economia e que a relação entre as mesmas não é algo totalmente novo. O que é atual é uma estrutura disciplinar específica para tal estudo. Se notarmos com atenção os escritos de João Calvino e Matinho Lutero, encontraremos neles questões absolutamente econômicas.
Considerando o texto acima e a existência de uma relação direta entre Teologia e Economia, avalie as afirmações abaixo.
I- O capitalismo ensina que é necessário o acúmulo de capital e poder dividir entre os irmãos, não havendo um limite para tanto.
II- A teologia aponta para a possibilidade de idolatria na questão econômica quando um meio se torna um fim, ou seja, quando há um engano em relação ao objetivo que buscamos por meio da pratica de nossa fé.
III- A pobreza é chave hermenêutica para a leitura da relação entre teologia e economia porque é nela que se encontram as maiores manifestações do sofrimento humano que se dá na maior parte dos casos dentro de um contexto religioso específico.
IV- A teologia da libertação teve origem nos países da América Latina que sempre sofreram os processos históricos de exploração, com situações econômicas pouco favorecidas cuja base, são os trabalhadores proletariados.
É correto apenas o que se lê em
ALTERNATIVAS
I, II e III.
II,III e IV.
I, III e IV.
I, II e IV.
8ª QUESTÃO
"Deus não quer sacrifícios, mas sim misericórdia e justiça para os pobres e oprimidos! Esta é uma tarefa que a teologia e o cristianismo de libertação precisam assumir." (Tada, 2015, p. 61). Assinale a afirmação incorreta.
ALTERNATIVAS
Quando você se envereda pelos estudos de teologia social, especialmente no ambiente da produção teológica do terceiro mundo, logo irá notar que a questão majoritariamente discutida é a pobreza, tendo como pano de fundo quase sempre o arcabouço teórico marxista ou alguma derivação desse ramo.
As novas pesquisas que hoje se apresentam a respeito da relação entre teologia e economia não vão necessariamente por esse caminho, mas seguem as mais diversas possibilidades de diálogo com as ciências econômicas.
Pudemos notar nessa breve reflexão que as noções de teologia e economia não são restritas somente ao âmbito das reflexões, mas são construídas em diálogo com a realidade que experimentamos e visualizamos no cotidiano de nossa sociedade.
As questões econômicas nunca foram importantes para a teologia. Hoje, entretanto, temos pouco a aproveitar, pois todo o ferramental teórico que precisamos nunca está disponível para entendermos as relações entre essas áreas do conhecimento.
Como estamos no ambiente acadêmico, devemos ter o cuidado de não confundir aquilo que nos é dado pela grande mídia de maneira superficial com as profundas reflexões que podemos construir sobre tais questões.
9ª QUESTÃO
Segundo Tada (2015 p. 59) O capitalismo instituído há alguns séculos em nossa sociedade ocidental, e recentemente adotado por quase todas as sociedades do mundo, ensina que é necessário o acúmulo de capital, não havendo um limite para tanto. leia as afirmações a seguir.
I- Se não há um limite, há a possibilidade de que uma pessoa, família ou corporação guarde consigo os recursos que seriam suficientes para sustentar muitas outras pessoas. Esse é o princípio da desigualdade, que gera a pobreza, a fome e a miséria.
II- Esse o princípio da lealdade, que gera a divisão de riqueza.
III- Como a história nunca cessa, os filhos das pessoas pobres que não têm acesso a boa alimentação, educação e cultura, tendem a perpetuar tal situação.
IV- Alguns por não suportarem sua significativa miséria partem para a criminalidade. Outros geram dívidas com a lei e o Estado sem nem ao menos terem sido educados quanto a isso.
V- Por outro lado, as pessoas mais ricas tendem a dividir seu capital em comunidade, fazendo assim com que cada vez menos pessoas estejam menos pobres.
É correto apenas o que se lê em.
ALTERNATIVAS
I, II e III.
II,III e IV.
I, III e IV.
I, II, e IV.
II, IV e V.
Soluções para a tarefa
Respondido por
4
9ª QUESTÃO
RESPOSTA CERTA:
I- Se não há um limite, há a possibilidade de que uma pessoa, família ou corporação guarde consigo os recursos que seriam suficientes para sustentar muitas outras pessoas. Esse é o princípio da desigualdade, que gera a pobreza, a fome e a miséria.
III- Como a história nunca cessa, os filhos das pessoas pobres que não têm acesso a boa alimentação, educação e cultura, tendem a perpetuar tal situação.
IV- Alguns por não suportarem sua significativa miséria partem para a criminalidade. Outros geram dívidas com a lei e o Estado sem nem ao menos terem sido educados quanto a isso.
I, III e IV.
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RESPOSTA CERTA:
I- Se não há um limite, há a possibilidade de que uma pessoa, família ou corporação guarde consigo os recursos que seriam suficientes para sustentar muitas outras pessoas. Esse é o princípio da desigualdade, que gera a pobreza, a fome e a miséria.
III- Como a história nunca cessa, os filhos das pessoas pobres que não têm acesso a boa alimentação, educação e cultura, tendem a perpetuar tal situação.
IV- Alguns por não suportarem sua significativa miséria partem para a criminalidade. Outros geram dívidas com a lei e o Estado sem nem ao menos terem sido educados quanto a isso.
I, III e IV.
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respaosta da 8
I, II e III.
I, II e III.
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